
sexta-feira, 24 de setembro de 2010
23 de Setembro....A Experiência de Ser Pai !!!

segunda-feira, 20 de setembro de 2010
Pato Fu - Rotomusic de Liquitificapum???

sábado, 18 de setembro de 2010
Jim Marshall - Mostrando a Cara do Rock !!



Arrigo Barnabé - Em Busca do Orgasmo Total !!!!

sexta-feira, 10 de setembro de 2010
Sérgio Sampaio - O Primo Pobre de Cachoeiro do Itapemirim .

Sabendo que alguém deveria ter gritado que queria botar o bloco na rua...(e não era a Simone) no inicio desse ano por sugestão do meu amigo César ( varias informações contidas aqui vieram dele...) vim a conhecer a obra de Sérgio Sampaio e fixei no MP3 pelo menos 4 canções de Sérgio Sampaio que não saem do ouvido entre elas : Filme de Terror, Labirintos Negros, Cabine 103 e Quero Ir (essa última com Raul Seixas). E Chego a seguinte conclusão Sérgio Sampaio está muito longe de ser sombra de Robert Carlos ou Raul Seixas.....com uma mistura de samba, Rock e Álcool teria tudo pra ser um ícone da música brasileira...mas ....a qualidade musical não está diretamente relacionada com sucesso...rss
Sérgio Sampaio é mais um fruto de Cachoeiro do Itapemirim..que ficou conhecida por dar ao Brasil o “Rei” Roberto Carlos...Sérgio Sampaio é completamente o avesso dessa supervalorização em torno de Roberto. Simples,Pobre,Imcompreendito, nunca pagou de bom exemplo pra ninguém..... Para o grande Público é o cara que compôs “ Eu quero é Botar meu Bloco na Rua!” Música essa que fez muito sucesso e foi regravada diversas vezes.....e para outros era um dos Kavernistas que acompanhou Raul Seixas no disco Sociedade da Grã Ordem Cavernista.
Sampaio ficaria anos afastado, sempre com crises de tuberculose e outros problemas de saúde, acarretados pela sua boemia. Em 1983, Sampaio lançou o terceiro LP “Sinceramente” por um selo independente Gravina, mas o LP passou despercebido no meio da febre new wave da música popular brasileira. Sampaio ficou no ostracismo, relegado apenas ao circuito universitário e de pequenos bares e boates. Em 1983 após participar de um show com Raul Seixas em Salvador, Sampaio recebeu convite para gravar um novo disco pelo selo Baratos Afins. Chegou a gravar o
repertório numa gravação caseira, mas em 1994, faleceu no Hospital IV Centenário de Santa Tereza no Rio de Janeiro, após uma crise de pancreatite crônica.
Sergio Natureza, amigo intimo de Sampaio, organizou o disco de tributo “O balaio do Sampaio” com vários artistas, entre eles Eduardo Duzek, Chico César, Lenine e Zeca Baleiro. Foi Baleiro quem assumiu a responsabilidade de produzir a fita de material inédito de Sergio Sampaio. Este disco foi finalmente lançado em 2006 com o título “Cruel”.
Existe ainda um disco do Sergio Sampaio lançado apenas na Internet com o título de “Disco inédito” ou “Cru”. Este disco tem todas as músicas do lançamento de 2006 e outras duas inéditas como “Destino trabalhador” e “Chuva fina”.
Eu Quero é Botar Meu Bloco na Rua (Trecho) - Sérgio Sampaio
Pobre Meu Pai - Sérgio Sampaio
Discografia:Acontecer Eu Quero é Botar Meu Bloco na Rua (1973)
quarta-feira, 8 de setembro de 2010
Bukowski - Vivendo um Sonho...

Por que vivendo um sonho??...Fala aí..quem não adoraria conseguir viver sua vida toda (73 anos) vivendo na boemia no sentido mais amplo da palavra, sexo,bebida e jogatina.......
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Toda a Obra de Bukowski foi baseada nesse universo geralmente vivendo de sub-empregos....vendendo o almoço pra comprar a janta ( ou talvez só a cerveja do fim do dia) esse é Charles Henry Bukowski..!!! Essa capacidade de transformar o dia-a-dia em poesia, de pegar as bebedeiras triviais, as angústias adolescentes e transforma-las em arte é a mágica de Bukowski. Cada poesia, cada romance e cada conto do escritor traz um pouco da vida do "Velho Safado", como ficou conhecido no mundo inteiro.
Funcionário dos Correios até os 49 anos, Bukowski sonhou a vida inteira em ser reconhecido pelo seu trabalho como escritor. Dono de um talento nato, o poeta usava a simplicidade e a singularidade dos fatos mais rotineiros e transformava o cotidiano em obra de arte. Inconformado e, sempre, com uma garrafa na mão, ele sentava em sua antiga máquina de escrever e, com uma sutileza surpreendente, deixava fluir seus pensamentos sem censura alguma.
Bukowski vivia em um mundo atormentado e distorcido, totalmente fora dos padrões impostos pela sociedade de sua época. O escritor nunca fez questão de esconder que seus trabalhos eram, quase sempre, autobiográficos. E sua falta de discrição era tão grande, que durante toda vida teve de lidar com a quebra de laços de amizade. Ele citava, sem qualquer preocupação, nomes e, quando muito inspirado, fazia duras críticas às pessoas que o cercavam. Algumas vezes os personagens "nada fictícios" ficavam sabendo das peripécias do poeta bêbado após a publicação dos textos.
Sua obra surtiu tanto efeito que alguns de seus contos e romances acabaram sendo adaptados para o cinema por alguns diretores. Inclusive, o próprio Bukowski recebeu diversos convites para escrever argumentos, apesar de assumir que nunca gostou muito de filmes. Bukowski tem sido erroneamente identificado com a Geração Beat, por certos temas e estilo correlatos, mas sua vida e obra nunca mostraram essa inclinação. A cidade de Los Angeles, suas ruas e atmosfera, foram sua principal influência, tratando de histórias com temas simples, misturando por exemplo corridas de cavalo, prostitutas e música clássica. Ele escreveu mais de 50 livros, sem contar milhares de publicações baratas.
Uma de suas principais atividades durante anos foi a leitura de suas poesias em universidades e eventos culturais. Sua leitura debochada às vezes provocava escândalos e brigas com a platéia, algumas delas registradas em áudio.
Já nos anos 1980, Bukowski desfrutou de certa fama, convivendo com artistas e tornando-se uma celebridade. Ele morreu de leucemia aos 73 anos, em 9 de Março de 1994, e em seu túmulo se lê "Don't Try", "Nem Tente" em português.
Com o tempo, apareceram alguns herdeiros seus na literatura, principalmente na questão do estilo violento e despudorado de sua linguagem, e que acabou inclusive tendo desdobramentos no cinema. Mas poucos são aqueles que como ele, vivenciaram e permaneceram com naturalidade na sarjeta, fazendo dela, sua fonte de inspiração. De todo aquele inferno imundo e fedido, Bukowski fez o seu paraíso.
Bukowski continua vivo em poetas, músicas, letras, entre outros de muitas bandas, entre as quais: Anthrax, Apollo 440, Modest Mouse, Leftover Crack, Bad Radio (uma das bandas de começo de carreira de Eddie Vedder, vocalista da banda Pearl Jam), Red Hot Chili Peppers, Lupercais (Brasília) , Mario Bortollotto e muitos outros.
Alias foi através de Mario Bortolotto que conheci a Obra de Bukowski quando esse disse que ao fazer uma montagem de uma peça baseada em Bukowski um critico dizia que “Bukowski deveria estar se remexendo no túmulo ao ver algo do tipo” ( Observação...nessa época Bukowski ainda estava vivo e outra...Bukowski sempre foi o herói da baixaria e promiscuidade...jamais se importaria que sua obra fosse reverenciada regada a álcool e putaria....rsss)
VIVA BUKOWSKI!!!!!!!!!

segunda-feira, 6 de setembro de 2010
Walter Franco - O Canalha de Coração Tranqüilo

Não Poderia começar essa postagem sem falar sobre essa canção maravilhosa de Walter Franco...O que a gente não faz por amor...se dividimos, multiplicamos, se traímos fazemos tudo o que podemos para agradar a pessoa amada........romantismo deixado de lado vamos falar sobre o "Maldito" Walter Franco.
Ouvindo a música "Eternamente" na rádio Universidade FM de Londrina ficou registrada na minha fita sony 60 min, juntamente com Sem a Letra A de Tom Zé, Poema de Ney Matogrosso e algumas outras...anos depois no trabalho...estava utilizando uma solução a base de éter e um amigo chega na assistência e começa a recitar a letra de "Eternamente"....e fico o resto da tarde a imaginar a viagem de Walter ao trabalhar a a disposição das palavras, esse trocadilho....e quase fico louco tentando encontrar o exato momento da idéia.....
Longe dos holofotes da mídia que um dos mais radicais músicos da história da MPB leva a vida e, de tempos em tempos, ressuscita sua mistura de mantra, punk, música erudita de vanguarda e experimentalismo mas sempre "Franco".
A apresentação da canção provocou um dos mais inusitados momentos da história dos festivais, pois a platéia vaiou aquela maluquice enquanto os jurados, que incluía pessoas como Roberto Freire, Rogério Duprat e Décio Pignatari não só gostaram daquilo como se inclinaram a dar o primeiro lugar para a música. A ditadura militar que se metia em tudo, ficou sabendo que 'Cabeça' poderia levar o primeiro lugar e destituiu o júri de votação, o que provocou denuncias e escândalo no meio musical.
A polêmica valeu a Walter Franco um contrato com a gravadora Continental, que colocou na praça em 1973 famoso “disco da Mosca” (ou 'Disco Branco' ou ainda 'Ou Não'). Hoje clássico cult, mas foi na época um dos campeões de vaias e devolução de discos , tamanha a repulsa do público aquele emaranhado de frases com um misto de poesia e alucinação que mais tarde influenciaria gente como Arrigo Barnabé, Titãs, Arnaldo Antunes, Pato Fu e Ira!
Uma das últimas mostras do talento de Walter Franco veio em 2001 com o lançamento do disco Tutano, pela Y Brazil, com produção de Alex Antunes e Constan Papiniano. Faixas como 'Zen', 'Quem Puxa aos Seus Não Degenera' e 'Gema do Novo' são a prova que a criatividade do mestre ainda está intacta.
Discografia
Ou Não (1973)
Revolver (1975)
Respire Fundo (1978)
Download
Walter Franco (1982)
Tutano (2001)
sábado, 4 de setembro de 2010
Led Zeppelin - O Martelo dos Deuses


quinta-feira, 2 de setembro de 2010
"Hey Menina......Não Chore por Mim...!!!"

Em 1997, Bebeco Garcia, capitão da banda Garotos da Rua e também conhecido no meio musical como "o guitarrista cigano" lança seu primeiro álbum solo, caracterizado pela forte influência do blues, característica essa, que irá marcar toda sua obra. Intitulado Aleluia, Aleluia.

quarta-feira, 1 de setembro de 2010
"Sou Legal Eu Sei......Agora Só Falta Convencer a Lei!"

